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A disputa por patrimônio urbano, vista como um diagrama de redes sociais

Proponente: Solange Valladão.

Resumo: A oficina pretende problematizar a ideia de produção imobiliária contemporânea  relacionada ao patrimônio histórico, através da elaboração de um diagrama de redes sociais como objeto de estudo etnográfico, desenhado a partir de duas questões surgidas dentro do recorte de campo do projeto de pesquisa de doutorado da proponente “A produção de subjetividade como elemento central nas disputas por patrimônio urbano, a partir do final  do século XX: o caso de Salvador-BA”.

As questões envolvem disputas recentes por imóveis e conjuntos urbanos dentro do Centro Histórico de Salvador, sendo estes o Palácio Rio Branco e os Arcos da Ladeira da Conceição da Praia. Embora se trate de eventos muito próximos e provocados de modo semelhante (como iniciativa do poder público em articulação com o setor privado), os projetos anunciados para estas áreas repercutiram de forma distinta, mobilizando diferentes grupos sociais. Esta situação abre a possibilidade de nos aprofundamos sobre as diversas redes sociais que se organizam em torno da disputa por patrimônio urbano, de acordo com seu porte, sua localização e sua relação histórica com a cidade, possibilitando uma reflexão sobre a presença destes eventos no grau de interações subjetivas que mobilizam.

A primeira questão “Pode o Palácio Rio Branco virar hotel?” trata da recente iniciativa do Governo de Estado da Bahia de oferecer ao setor privado (o grupo português do setor hoteleiro, Vila Galés) o uso do Palácio como hotel ou resort, segundo notícias publicadas e diversos meio de comunicação, sem qualquer abertura para consulta pública.

A segunda questão “Pode os Arcos da Ladeira da Conceição virar resistência artística?” trata do episódio mais recente de uma disputa iniciada em 2014, quando foi anunciada pela primeira vez, pelo IPHAN o projeto de reforma dos arcos com a intenção de instalar, em alguns deles, unidades de resistência artística sem qualquer abertura de diálogo com os artífices (ferreiros, serralheiros e marmoristas) e outros ocupantes dos arcos. Este ano o prefeito anunciou na Câmera de Vereadores que a prefeitura assumiria a realização das obras de reforma dos Arcos, seguindo o projeto original, que foi doado pelo IPHAN ao município, também sem uma conversa prévia com seus ocupantes.

 

As duas questões serão posteriormente centralizadas em uma única questão chave trabalhada em um debate final que para promover uma reflexão sobre os modos de produção da cidade contemporânea, implicando seu patrimônio histórico: “Pode o patrimônio urbano, bem público, ser colocado à disposição do setor privado sem discussão com a sociedade?” A intenção aqui é através da análise das redes sociais – construída coletivamente – como estratégia metodológica, passar por conflitos e alinhamentos que envolvem os agentes de produção imobiliária e outros agentes sociais. Essa discussão aponta também para o tema do Percurso de Aprendizagem I, parte deste evento, ao tratar dessa “nova rodada de requalificação” provida pelo Estado e que culmina na apropriação do urbanismo corporativo das diretrizes de uso e ocupação do Centro Histórico de Salvador reduzindo: patrimônio urbano, a patrimônio imobiliário e Estado, a agente imobiliário.

 

Estratégia metodológica :

O diagrama de redes sociais para as Queestões 01 e 02, serão elaborados, a priore, em dois mapas mentais levantando o conhecimento dos participantes sobre essas questões e serão mediados pelos dados da pesquisa da proponente.

Para iniciar os mapas/diagramas serão apresentadas duas premissas metodológicas definidas pelo antropólogo Joan Pujadas no livro “Etnografia”, como necessárias para fundamentar o trabalho de análise e elaboração de redes sociais. Segundo Pujadas devemos considerar que (PUJADAS, 2010, p. 111-112):

 

  1. As instituições não cobrem todo campo das relações sociais dentro de uma determinada estrutura social.

  2. Os indivíduos conservam, a pesar das limitações que lhes impõe as leis, normas e regras amanadas das instituições, alguns espaços de autonomia que se manifestarão, por exemplo, diante do conjunto de relações interpessoais que os atores sociais vão adquirindo ao londo de sua vida.

Fonte: PUJADAS, J. (coord.). Etnografia. Barcelona, Editoral UOC, 2010.

A partir dessas premissas cada questão será trabalhada pelos participantes que escreverão nos postits colocados na mesa as ideias/relações de for encontrando. Cada nova colaboração pode buscar relações de similaridade ou oposição ao que surgiu anteriormente, fazendo ligações diretas, ligações de diferentes níveis ou rupturas.

 

Número De Participantes: 10 (dez) vagas

LOCAL: Instituto de Física da UFBA, Sala no 2o andar | Campus Universitário de Ondina, UFBA, acesso pela Av. Ademar de Barros, pela Faculdade de Arquitetura (Rua Caetano Moura, 121) ou através do Instituto de Geociências.

 


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Arquitetura como prática política

Proponente: Prof. Ícaro Vilaça

Resumo: A oficina "Arquitetura Como Prática Política" visa situar a relevância histórica e as contribuições originais de arquitetos/as, cientistas sociais e profissionais de outros campos de atuação que se colocaram a serviço da efetivação do direito à moradia e do direito à cidade através de experiências desenvolvidas junto a movimentos sociais – seja nos projetos desenvolvidos em conjunto com os futuros moradores, na inovação tecnológica e produtiva, nos processos de educação popular ou na organização do trabalho no canteiro de obras.

Por meio desta atividade, pretende-se: (1) demonstrar que há espaço para o desenvolvimento de propostas com alta qualidade arquitetônica no âmbito da habitação de interesse social; (2) contar parte da história da luta por moradia e pela reforma urbana no Brasil e (3) abordar criticamente o papel das políticas públicas relacionadas à provisão habitacional no país.

Partindo da apresentação de experiências de produção do espaço por movimentos populares e de contribuições pontuais do pensamento de Paulo Freire e de Sérgio Ferro, pretende-se construir, junto aos participantes, um repertório comum capaz de fornecer subsídios – e estímulo – à experimentação de formas de produção do espaço alternativas, comprometidas com a luta pelo direito à cidade e à moradia digna e com a experimentação de métodos e procedimentos que assegurem aos trabalhadores a possibilidade de produzirem seus territórios com autonomia.

 

Número De Participantes: máximo 25.

LOCAL: Auditório 1 | Faculdade de Arquitetura da UFBA, Rua Caetano Moura, 121, Federação.

 

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Cartografar e narrar a cidade negra

 

“[...] as diferenças resistem no território, sendo necessária a sensibilidade em compreender a materialidade e imaterialidade que implicam no pensamento do planejar a cidade.” (RODRIGUES;ALVARENGA,2018, p.4)

 

Proponentes: Sofia Costa, Caroline Souza e Jairo Santos

 

Resumo: A partir da pesquisa Narrativas e Cartografias, os questionamentos sobre quem produziu e produz as cidade ficou cada vez mais em nossas cabeças. Entendemos que as formas de se cartografar tem uma ideologia que está sendo apresentada e que acaba evidenciando alguns aspectos e escondendo outros, contando vantagens e/ou desvantagens na história de uma sociedade. Com a utilização de ficção e história, começamos a produzir novas narrativas em cartografias que dessem visibilidade à perspectivas de se fazer e viver a cidade de Salvador, entendendo que temos um histórico de apagamentos. Então, cartografar as “cidades diaspóricas” que compõem Salvador e construir cartografias resistentes a partir de narrativas contemporâneas da presença negra na cidade é uma estratégia de contar a nossa história a partir de outras perspectivas.

Entende-se que a contribuição negra no processo de construção da cidade é continuamente invisibilizada e desabonada, diante disso, a oficina tem como objetivo dar voz contribuições negras silenciadas, pois, considerando que a história negra foi fragmentada, a partir de apagamentos desde a diáspora, apresenta-se como urgente a necessidade de instigar novas possibilidades de mapas da cidade que descrevam o não narrado e possibilite novos futuros. Utilizamos, assim, a cartografia como instrumento político para reconhecer e reiterar a presença negra em Salvador.

Tendo como base para a oficina a apresentação de mapas existentes, que foram construídos a partir de obras literárias: Um Defeito de Cor (2006), Cidade das Mulheres (1947) e O Corta-braço (1955), cujas narrativas possibilitaram cartografar construções subjetivas, afetivas e epistêmicas inerentes à construção de cidade, rastreando momentos e fatos protagonizados por sujeitos historicamente diminuídos pelo poder público, pela sociedade e pela ciência. Serão elaboradas duas cartografias, a primeira individual partindo de três pontos principais, que se relacionam com as narrativas utilizadas como base: a moradia, o trabalho e a religiosidade; por fim, uma segunda cartografia, construída coletivamente.

Propor uma cartografia a ser realizada coletivamente como meio de tornar visível e potencializar articulações e relações na qual as diferentes dimensões dessa presença negra na produção da cidade serão acomodadas, articuladas e colocadas em relação. Para tanto, os participantes da oficina devem fazer uso do material com potencialidade gráfica que julgue com maior capacidade para representar sua forma escolhida de narrar a sua cidade de Salvador, que poderá ser através de desenhos, colagens, textos, pintura, etc.

Dessa forma, cada pessoa irá fazer um mapa pessoal das suas vivências, lembranças, marcos importantes da cidade e o mais apresente-se como importante durante o processo, com base nos pontos base citados anteriormente. Posteriormente, a partir da reunião de todos os mapas individuais concluídos, finalizaremos com a cartografia final coletiva feita a partir das relações e atravessamentos possíveis advindos de abordagens particulares, a fim de experimentarmos a potencialidade da cartografia enquanto ferramenta narrativa, sobretudo quando esta se propõe a visibilizar perspectivas diferentes das hegemônicas.

Finalizaremos a oficina, expondo a cartografia final na Faculdade de Arquitetura, com o objetivo de deixar em destaque a narrativa como elemento importante para a construção de mapeamentos de Salvador, cidade negra

 

Número De Participantes: máximo 25.

LOCAL: Instituto de Física da UFBA, Sala no 2o andar | Campus Universitário de Ondina, UFBA, acesso pela Av. Ademar de Barros, pela Faculdade de Arquitetura (Rua Caetano Moura, 121) ou através do Instituto de Geociências.

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CIDADE-OBRA – experimento gráfico

Proponentes: Cibele Bonfim, Flávio Oliveira, Sofia Leandro

 

Resumo: Pensamento que vira palavra que vira forma, que vira impressão, permanece; que vira colagem, sobrepõe; que vira carimbo, repete; que vira recorte, apaga; que traz o novo através do pré-existente. Como uma analogia à produção do espaço urbano o experimento gráfico CIDADE-OBRA é um espaço aberto a crianças e adultos dispostos a compartilhar o fazer cidade a partir de processos coletivos de experimentação estética.

Partindo do entendimento da cidade enquanto obra de caráter coletivo, esta oficina consiste num experimento gráfico voltado para pensar a experiência e a paisagem urbanas através de técnicas analógicas de representação resultando numa obra criada coletivamente por crianças e adultos engajados no processo.

O objetivo desta proposição é trazer a criança como sujeito fundamental para o pensamento sobre a produção, construção e apropriação do espaço urbano, portanto volta-se para a troca de saberes e experiências com o estes sujeitos como protagonistas da proposta de criação coletiva.

O gesto do fazer com as mãos também é evocado como fundamental para pensar a produção da cidade, daí a escolha de processos gráficos totalmente analógicos, que trazem o engajamento corporal necessário à presença; a atenção ao tempo da execução de cada gesto e à produção de cada objeto. Estabelece-se, assim, relações com a experiência do cotidiano, na qual o corpo é medida e interface de relação com a cidade.

A oficina será ministrada pela professora de arquitetura e urbanismo Cibele Bonfim (FAU UFBA), pelo artista visual Flávio Oliveiras e pela estudante Sofia Leandro (10 anos de idade), que idealizaram e propuseram a atividade em conjunto.  

 

Estratégia metodológica :

A atividade estrutura-se em dois momentos. Na primeira parte, com duração de 1h30min, os participantes serão introduzidos às técnicas gráficas do recorte, colagem, adesivo, carimbo, pop up, para a produção individual de uma narrativa no formato de livro, que mobilizará uma primeira aproximação ao pensamento visual e gráfico sobre cidade, a partir da cidade criada e narrada por cada participante.

Na segunda parte, as cidades narradas serão transpostas a um suporte comum em base de papel. O painel-cidade-obra, então, será produzido coletivamente pelos participantes a partir do encontro com as criações uns dos outros.

 

Técnicas Gráficas Utilizadas: carimbo; colagem; adesivo; pop up

Público: Crianças (a partir de 6 anos) e adultos.

Número De Participantes: máximo 15.


LOCAL: Lajota  | Faculdade de Arquitetura da UFBA, Rua Caetano Moura, 121, Federação

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COLAPSO: Pensando a cidade a partir da vulnerabilidade social a deslizamento e inundação: Salvador é isso?

Proponente:Paulo C. Zangalli Jr. - IGEO-UFBA/Grupo COLAPSO

Objetivo:

Analisar como a vulnerabilidade social a deslizamentos de massa e alagamentos tem sido e/ou poderia ser considerada na produção do espaço da cidade de Salvador.

  • Analisar como o PDDU 2016 trata a questão da vulnerabilidade social e territorial;

  • Analisar a espacialização da vulnerabilidade em relação ao zoneamento de Salvador

 

Metodologia

A metodologia utilizada será a do World Café, que consiste em proporcionar espaços de diálogos entre diferentes grupos de interesse. A metodologia é semelhante à utilizada em espaços de elaboração de políticas públicas.

No primeiro momento serão apresentados e discutidos questões pertinentes relativas à forma como a vulnerabilidade a deslizamento e inundação são abordadas pelo PDDU de Salvador. Esse debate estará substanciado pelas pesquisas realizadas pelo Grupo de Pesquisa COLAPSO - Natureza e Sociedade sobre vulnerabilidade social a deslizamento e inundação, buscando evidenciar os bairros e os sujeitos vulneráveis. Serão disponibilizados mapas que fundamentem as discussões da próxima etapa.

O segundo momento será da atividade do World Café, buscando pensar, a partir das informações oferecidas na primeira etapa, ações, soluções, orientações e formas de pensar o urbano em Salvador.

  • Dividir os participantes em grupos de interesse, que podem ser constituídos por agentes do mercado imobiliário, movimentos sociais de habitação, agentes do setor público, pesquisadores, etc., a depender do perfil dos participantes e intenção em defender diferentes interesses;

 

  • Elaborar questões que ajudem a formulação de propostas para cada grupo, sugerimos 5 questões, que podem ser adequadas à quantidade de participantes;

  • Dentro de cada grupo será elegido um “anfitrião”, que será responsável por anotar e fomentar as discussões acerca da questão, apresentando aquilo que já foi debatido e mediar as novas perspectivas, primeiro com seu grupo de interesse e depois com os demais grupos;

  • Os demais membros passarão pelas outras mesas, com diferentes anfitriões, discutindo todas as questões elaboradas, sendo uma por rodada;

  • Cada rodada de discussão durará entre 15 a 20 minutos, permitindo que  cada grupo discuta uma questão por vez com o anfitrião responsável;

  • Na última rodada os grupos voltam a sua mesa de origem e sintetizarão as proposição;

  • Por fim, são apresentadas os principais pontos em um debate em formato de assembleia.

 

As questões podem ser amplas ou fechadas em um tema, mas em geral deverá versar sobre o tema central da oficina que é: como a vulnerabilidade é considerada na produção do espaço urbano em Salvador? Isso deverá possibilitar a passagem da dimensão do risco enquanto uma medida/probabilidade lançando foco na vulnerabilização como importante instrumento ou processo de luta por justiça social e ambiental.

Como produto final será produzido um relatório sistematizando os pontos abordados, as propostas e as diretrizes construídas no âmbito da oficina. Esse relatório será publicizado aos participantes da oficina por vias digitais.

 

Público Alvo: Estudantes de Graduação, Pesquisadores, Integrantes de movimentos sociais, Agentes do Mercado Imobiliário, Agentes do Setor Público e outros interessados.


LOCAL: PAF VI, Sala 101 | UFBA, Rua Caetano Moura, s/n (portão próximo ao do Faculdade de Arquitetura).

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De tabela a mapa: como softwares como QuantumGIS podem contribuir para a análise de dados urbanos.

Proponentes:  Natália Rocha e Taiane Moreira

 

Resumo: Ferramentas de georreferenciamento como o QuantumGIS podem ser grandes aliadas na análise do espaço urbano. Nesta Oficina propomos utilizar uma tabela com Agentes envolvidos na produção do espaço urbano de bairros de Salvador, BA. Os participantes aprenderão como transformar a tabela em um mapa que será transformada em mapa georreferenciado. A partir do qual os participantes poderão fazer análises comparativas utilizando as informações dos agentes e de delimitações do PDDU 2016 de Salvador, relacionado ao eixo temático Financeirização e repercussões no espaço urbano.

 

Estratégia metodológica :

Parte 1 (40min): Explanar sobre o QGIS e suas possibilidades e explicar o conceito e os parâmetros para definir os Agentes.

Ensinar como converter tabela em pontos georreferenciados. Endereço > Suplemento do Google Tabela > transformar o arquivo em csv > importar arquivo no qgis > adicionar camadas da cidade. Explicar como configurar Classificação, ferramenta que permite a classificação automática por atributo.

 

Parte 2 (2h35min): Pedir que os participantes definam o que querem analisar e utilizem o que foi passado para gerar um mapa e uma análise.

 

Parte 3 (5 min para cada total 1h40): Para finalizar a oficina, os participantes farão uma breve apresentação das informações que cruzaram para os outros membros.

Finalização 15 min.

 

Materiais a serem disponibilizados pelas facilitadoras:

1- Tabela com dados (duas versões: uma sem as coordenadas e outra com as coordenadas)

2- Camada da divisão de bairros de Salvador

3- Camada do contorno da cidade

4- Camada de ruas

5- Camadas do PDDU e LOUOS (exemplo: APA, APRN, Gabaritos, Zoneamento)
6- Gabarito de construção

  • Os materiais serão disponibilizados através de uma pasta no drive e/ou pendrive.

 

Quantidade de Inscritos: máximo de 20 pessoas

LOCAL: LAB III Lig_FAU | Faculdade de Arquitetura da UFBA, Rua Caetano Moura, 121, Federação.

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Direito à cidade e a educação jurídica popular realizada pelo NAJUP - SAJU.

Proponente:  NAJUP – SAJU

O Núcleo de Assessoria Jurídica Popular é um coletivo do SAJU - Serviço de Apoio Jurídico da UFBA, projeto de extensão da Faculdade de Direito que tem como objetivo o acompanhamento processual e político de comunidades e sujeitos historicamente oprimidos, os quais desde sempre tiveram seus direitos negligenciados pelo Estado. Nesse primeiro momento serão abordados:

  • Como atua o Núcleo: relação com os coletivos;

  • Como são feitas as atividades;

  • Conflitos que o núcleo acompanha, mostrados através de um mapeamento dos lugares onde acontecem;

  • As formações: educação jurídica popular como método que transforma a educação técnica em instrumento de luta, de transformação, em contrapartida  ao direito que é utilizado para oprimir.

  • Direito à Cidade no Centro Antigo da cidade de Salvador.

 

Resumo: A oficina terá participação de alguns integrantes do NAJUP/SAJU e de alguns representantes do Centro cultural Que Ladeira é Essa. Esta será dividida em quatro momentos: apresentação do NAJUP por parte dos integrantes e abordagem sobre os conflitos acompanhados pelo Núcleo no Centro Antigo de Salvador; a apresentação do que é O Centro Cultural Que Ladeira é Essa; apresentação dos conflitos hoje presentes da Ladeira da Preguiça; a realização de duas dinâmicas, a primeira com o tema “A especulação imobiliária e o Direito à Cidade” e a segunda “Estratégias jurídicas na defesa do Direito à moradia”; e por fim, o último momento que será direcionado para discussões sobre os temas abordados e dúvidas.

 

Estratégia metodológica :

Conflitos na Ladeira da Preguiça.

 

Nesse segundo momento, a intenção é abordar os conflitos que vêm acontecendo na Ladeira da Preguiça, comunidade que faz parte da Articulação do Centro Antigo, movimento acompanhado pelo Núcleo. Essa apresentação terá participação de alguns moradores da Ladeira. Serão abordados os temas:

  • O que é O Centro Cultural Que Ladeira É Essa;

  • Linha do tempo dos conflitos na Ladeira da Preguiça;

  • O Direito à cidade no Centro Antigo e a Ladeira da Preguiça.

 

Dinâmicas

  • A especulação imobiliária e o Direito à Cidade.

Divisão dos participantes em dois grupos para realização do Teatro do Oprimido: um grupo representando um suposto proprietário de alguns imóveis no Centro antigo, e outro grupo representando os moradores dos referidos imóveis. Nessa dinâmica o objetivo é retratar como acontece a especulação no Centro Antigo de Salvador e o impacto da mesma sobre os moradores.

 

  • Estratégias jurídicas na defesa do Direito à moradia.

Serão apresentadas três situações fictícias, nas quais moradores do Centro estão sendo ameaçados de despejo, como reflexo da especulação imobiliária que têm acontecido por interesses econômicos naquele local. A partir das situações serão discutidos instrumentos utilizados para a realização da defesa do direito à moradia.

 

Discussões sobre os temas abordados e dúvidas.

 

Número De Participantes: máximo 25.

 

LOCAL: Centro Cultural que Ladeira é essa? | Ladeira da Preguiça, 10, Comércio.

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Metodologias Integrativas - Tema: Moradia Social e Coexistências Socioecológicas

Pronentes: Paula Adelaide Mattos Santos Moreira Heliana Faria Mettig Rocha

 

Resumo: Utilizando-se de metodologias integrativas, a oficina proposta busca criar processos reflexivos sobre a questão da moradia social, desde a escala do indivíduo, passando-se pelo reconhecimento das diferentes formas de morar e, também, do papel do ser social na contemporaneidade. Trata-se de um exercício de construção da coletividade do grupo envolvido que, objetiva expandir reflexões quanto ao papel de cada um na articulação social, com vistas a viabilizações de convergências pactuais em aspectos socioecológicos inseridos na cidade.

 

Estratégia metodológica :

 

Etapa 1 – Dinâmica integrativa – Encontro – formação de um círculo; apresentação (nome, local e palavra presente para o grupo); acordos; Dança Circular.

Escala: Indivíduo

Material: aroma; papel A1; hidrocor; música para centramento.

Descrição da atividade: Em pé, dando as mãos para formar um círculo. Depois solta as mãos, abre-se espaço para cada um se apresentar e trazer uma palavra para contribuir com o encontro. Falar da temática, reverenciar os mais novos e mais velhos, incluindo o lugar. Fala-se e escuta-se sobre acordos de convivência para o encontro. Registrar e deixar no centro da roda. A Dança Circular abrange a escala do indivíduo, abrindo para a percepção do outro.

Duração: 40 minutos

Objetivo: reconhecer o campo e estruturar a unidade do grupo.

 

Etapa 2 – Dinâmica integrativa – Elementos da Natureza – aborda como cada participante se relaciona com o tema da moradia.

Escala: Indivíduo

Material: Conceitos genéricos de moradia escritos em etiquetas (abrigo, lar, habitat, habitação, casa, moradia, residência, domicílio) e bacias com elementos da natureza (água, terra, folhas com aroma, sementes, areia).

Descrição da atividade: Mantendo a formação do círculo, explicar a dinâmica da atividade para o grupo, mostrando o sentido de cada elemento da natureza.Tanto as bacias quanto as etiquetas devem estar organizadas do lado de fora do círculo. Cada participante sai do círculo e, rodando em sentido horário, escolhe uma bacia (com o elemento) e uma etiqueta (com o conceito). Após isso, ele deve levar o material escolhido ao centro do círculo, colocando-o de forma cuidadosa (no sentido de formar uma mandala), local este onde deve explanar sobre sua impressão pessoal quanto ao termo, respondendo a seguinte questão: o que é moradia para você? Após isso, ele escolhe outra pessoa que deve fazer o mesmo.

Duração: 30 minutos

Objetivo: Estruturar um centro para o círculo, fortalecido com a contribuição individual de cada participante em relação ao tema moradia, formando uma mandala sobre papel, tecido ou mdf.

 

Etapa 3 – Dinâmica Integrativa – Imagens que falam – aborda sobre as diferentes formas de morar e escalas na sociedade.

Escala: Indivíduo-Coletivo

Material: cartões com imagens impressas (com o tipo de moradia) e projeções na parede de diferentes tipologias (favelas, ecovilas, conjuntos habitacionais, mansão, condomínio de casas, comunidades quilombolas, assentamentos de reforma agrária, ecobairros, edificios de padrão médio, palafitas, moradias indígenas, cortiços, etc.).

Descrição da atividade: cada participante vai sortear um cartão. Em seguida, cada um fará uma reflexão sobre o tipo de moradia que sorteou a partir do seguinte questionamento: a partir de sua visão, como você pensa que o “outro” vive neste tipo de moradia? O tipo de moradia contido no cartão será projetado para que todos vejam. A seqüência das falas dos participantes seguirá a lateralidade em sentido horário. As facilitadoras podem escolher quem começa, a partir de suas percepções no momento. Após cada fala, o cartão deve ser colocado, no centro do círculo.

Duração: 40 minutos

Objetivo: compreender a complexidade da questão da moradia em seu aspecto social, quando as próprias imagens vão sugerir comentários sobre impactos sociais e ambientais recorrentes, buscando perceber as coexistências sociais e ecológicas nesses lugares. Estas nem sempre convergem em soluções de moradia digna.

 

Etapa 4 – Dinâmica Integrativa – Visualização Criativa – aborda a percepção das coexistências socioecológicas abrindo o campo de possibilidades criativas para possíveis convergências. O lugar é a cidade de cada um dos participantes em um dos tipos de moradia social trazida na Etapa 3.

Material: Descrição guia da visualização.

Descrição da atividade: Ao descrever um passeio de inserção em sua própria cidade, optando por um dos tipos de moradia social conhecido, os participantes, com olhos fechados, vão imaginar a situação descrita. Todos os sentidos serão provocados (olfato, visão, tato, audição, paladar) e, após a visualização, os participantes, ainda de olhos fechados, vão imaginar as questões sociais e ambientais enquanto conflitos ou não que coexistem naquele lugar. Retirando os véus que encobrem nossa percepção, buscando ir além dos conflitos, é solicitado considerar questões sociais, ambientais, econômicas que possam convergir em soluções. Após este momento, um ou dois participantes serão convidados para expor o que imaginaram. Em círculo, serão convidados a dar um passo para frente aqueles que tiveram uma visualização  relevante para ser compartilhada.

Duração: 40 minutos

Objetivo: inserido no contexto da moradia social colocado, o participante deve incluir as coexistências sociais e ambientais, e ir além, criando soluções com enfoque na convergência socioecológica.

 

Etapa 5 – Dinâmica Integrativa de avaliação – Bastão da Fala/ Roda de Escuta – e fechamento com Dança Circular.

Material: um bastão com um novelo de lã; música cantada (Vem me Regar Mãe);

aparelho de som.

Descrição da atividade: os participantes que se sentirem à vontade vão expor sua avaliação sobre a oficina e seus resultados em relação ao tema proposto.

Duração: 30 minutos

Objetivo: fazer um fechamento, com um momento de reflexão e avaliação para expansão do grupo, fechar o campo.

Número De Participantes: máximo 25.

LOCAL: Instituto de Física da UFBA, Sala no 2o andar | Campus Universitário de Ondina, UFBA, acesso pela Av. Ademar de Barros, pela Faculdade de Arquitetura (Rua Caetano Moura, 121) ou através do Instituto de Geociências.

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Mouraria 53: uma possibilidade para os imóveis do Centro Histórico.

Proponentes: Naia Alban e Rodrigo Sena

 

Resumo: A informalidade, uma das principais consequências do nosso projeto de modernidade, aparece como um fator estruturante de nosso processo construtivo. A formalização do ato de construir é parcial, na medida em que, quase sempre, impregna-se de improviso e, consequentemente, de subjetividade. Quase que sistematicamente, temos que adaptar soluções tecnológicas, materialidades e processos, na proporção inversa do afastamento das práticas herdadas e/ou incorporadas da construção.

Apesar do menosprezo diante das tecnologias tradicionais, estamos percebendo um resgate desse conhecimento herdado, que se faz urgente pela própria depreciação e desestruturação da cadeia de transferência do saber de nossos mestres. Assim, retomar esse legado constitui-se em um aprendizado que, para além de abrir a possibilidade de viabilizar outros atores no processo construtivo, retoma questões identitárias importantes.

A partir desta perspectiva, a cada dia, surgem mais grupos à frente de obras, que são formados por indivíduos com interesses em comum. Mais conhecidos como “coletivos”, estes grupos ampliam o leque de soluções voltadas para a necessidade de diminuição dos custos da obra. Com esta prática, apesar de também haver uma diminuição no nível de sofisticação do resultado, abre-se o espaço para que um maior número de pessoas possa participar da construção. Enfim, na medida em que o processo da construção é mais simplificado, possibilita- se uma maior participação e experimentação no uso criativo das materialidades.

Estimular o reuso de arquiteturas já existentes é algo que deverá ser incorporado e incentivado no processo de ensino da arquitetura. O direito autoral sobre a obra arquitetônica se institui com a modernidade. Entretanto, na realidade periférica, este direito se vê flexibilizado, por não se saber quem, de fato, detém a autoria.

Responder à questão sobre como se posicionar frente ao construído, mesmo sem grandes atributos arquitetônicos, é entender que a arquitetura não pode ser vista como o resultado de um único ator. Mas, sim, de um coletivo que atua ao longo da vida do edifício, pertencente a um determinado lugar.

Nem tudo tem que ser totalmente novo! Pode, sim, ser ressignificado.

É desse lugar que surge o Coletivo Mouraria 53.

“O QUE NÃO SERVE PRA VOCÊ, É UTIL PRA GENTE | Mouraria 53 é um canteiro de restauro experimental concebido por pessoas interessadas em possibilidades para a intervenção e uso criativos de um imóvel no Centro Histórico de Salvador. Nosso projeto é um protótipo para a recuperação das ruinas do centro, partindo do princípio de uma arquitetura de baixo custo, onde espaços se relacionam diretamente com os recursos disponíveis localmente.”

[Material de divulgação na rede do Coletivo 53]

É sobre essa experiência do Coletivo Mouraria 53 que queremos debater. Os desafios encontrados - gestão financeira; reuso de uma casa no Centro Antigo de Salvador; processos alternativos de produção, uso e pertencimento do espaço; reciclagem de material de construção e; qualidade arquitetônica – se somou a um aprendizado de educação patrimonial, de construção e de consolidação de relacionamentos humanos. Relacionamentos importantes para o momento do Brasil contemporâneo.

 

Número De Participantes: máximo 25.
 

LOCAL: PAF VI, Sala 101 (dupla) |  UFBA, Rua Caetano Moura, s/n (portão próximo ao do Faculdade de Arquitetura)

 

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Processos de Verticalização e Leituras do Território Urbano
Proponentes: Manoel Rodrigues Alves e Júlio Pedrassoli

 

Resumo: Em um contexto em que o capitalismo neoliberal, em maior ou menor grau articulado a municipalidades empreendedoras, define condições mais favoráveis a financeirização e ao controle do espaço urbano pelo mercado imobiliário, observam-se processos de verticalização que definem novas tipologias e usos do espaço caracterizando um fenômeno de transformação do espaço urbano e suas práticas cotidianas. Hoje, edificações residenciais verticalizadas (highrises) são mais do que soluções arquitetônicas, constituindo-se em commodities de um mercado global utilizadas para a fixação dos fluxos do capital mundializado, numa ação conjunta entre o Estado e os mercados financeiros e imobiliários. As transformações do espaço, práticas e usos cotidianos do espaço urbano (e de seu espaço público) decorrentes de processos de verticalização em curso, promovem a produção controlada e tematizada de um espaço urbano que, mesmo apresentando contextos socioculturais distintos, estrutura-se consoante a lógicas e dinâmicas mundializadas que conformam espacialidades de consumo. Nesse cenário: como entender relações contextuais, impactos e entrelaçamentos entre verticalização, expansão urbana e modos de vida no espaço urbano; e, no contexto da verticalização acelerada das metrópoles contemporâneas, qual a capacidade de produção de uma cidade inclusiva? Essas são questões do projeto “Highrise Living and the Inclusive City (Highrise)” – parceria do IAU-USP e da Université Lumière Lyon 2, que conta também com pesquisadores franceses e brasileiros de outros centros de pesquisa.

Considerando que diversos aspectos do espaço urbano podem ser plenamente analisados apenas em sua dimensão espacial - tudo que acontece, acontece em algum lugar -, a cartografia pode auxiliar a responder as perguntas formuladas, em particular porque a distribuição espacial de eventos no espaço urbano associa-se às características do espaço e tende a estabelecer correlações com outros eventos espaciais em diversas dimensões, demonstrando efeitos de atração, dispersão, regularidade e aleatoriedade em um processo intitulado dependência espacial.

A proposta da oficina é de introduzir e explorar a metodologia específica de leitura do território urbano desenvolvida no projeto Highrise e discutir seus resultados por meio da análise de questões de multiescalaridade e de abordagens estatísticas e de seus pontos fortes e fracos, bem como de sua aplicabilidade em outros contextos urbanos. O primeiro momento será de apresentação da metodologia desenvolvida no projeto, visando compreender sua possibilidade de replicação. Por meio do emprego de Sistemas de Informação Geográfica, Modelação de Dados e Análises Espaciais realizam-se leituras do espaço urbano, tanto de definição de áreas de estudo específicas em diferentes escalas – observando indicadores socioeconômicos, legislação e índices qualitativos de verticalidade – quanto de highrises em seu contexto geográfico e territorial urbano. O modelo geoespacial de seleção, possível de ser aplicado para diferentes cidades, emprega como referência indicadores universais que compõem o IDH (escolaridade, renda e expectativa devida) e base de dados geocodificada de empreendimentos, trabalhando a partir de unidades territoriais específicas – no caso de São Paulo, base de dados EMBRAESP (1985 – 2018) e UDHs. Os dados são agregados em quatro faixas do IDH e analisados em três dimensões escalares (local, intraurbana e do empreendimento), possibilitando a seleção de áreas de estudo considerando indicadores de verticalidade, densidade e dispersão, dentre outros. Técnicas de análise espectral de imagens  aéreas possibilitam também investigar tendências de verticalização e análises espaço-temporais de processos de verticalização (incluindo a correlação entre verticalização, incremento do valor fundiário e transformações socioespaciais).

Os resultados da metodologia empregada demonstram, em função de suas distintas escalas de análise, tendências de privatização do espaço urbano. A partir da reflexão sobre São Paulo, propõem-se alternativas práticas para a aproximação de algumas das dimensões dos processos de verticalização e inclusividade urbana no contexto de Salvador. Para tanto, em sequência a apresentação da metodologia, serão enunciadas, a partir de cartografias produzidas tanto de São Paulo quanto de Salvador, práticas de privatização do espaço urbano desenvolvidas pelo mercado imobiliário, com a anuência da municipalidade, que colocam em questão de que forma processos em que investimentos em espaços da vida pública tem a mesma origem de espaços da vida privada, tornam-se significativos para a produção do espaço urbano? Ou se testemunhamos uma outra forma de build-in gentrification no espaço urbano em que certas tipologias de highrise condicionam práticas socioespaciais em espaços da vida pública?

Estratégia metodológica :

A etapa prática da oficina versará sobre conceitos básicos de Geoprocessamento e mineração de dados, tais como DataMiner plugin e google geocode API, incluindo a execução de análises e mapas com dados reais em grupos. Não há dados para Salvador similares àqueles utilizados para São Paulo (base EMBRAESP), no entanto duas proxys são possíveis de serem desenvolvidas: 1) construção de um índice de verticalização / morfologia urbana, utilizando dados de ligações de água da Empresa Baiana de Saneamento (EMBASA), considerando que o atributo de economias múltiplas ligadas ao mesmo ponto de distribuição no espaço, em geral, refere-se a localização de empreendimentos verticais; 2) espacialização do valor médio de venda do m2 dos empreendimentos verticais em Salvador através de webscraping de sites de vendas de imóveis, utilizando técnicas de mineração de grandes volumes de dados e geocodificação de endereços agregados por bairros.

A dimensão temporal do processo em Salvador é possível de ser obtida por meio da construção de cenário da relação entre morfologia urbana e preço da terra associado aos processos de verticalização, por meio de mapas referentes a unidades territoriais específicas de Salvador, possibilitando a construção de mapa único, coletivo, da cidade. Propõe-se também, posteriormente a realização da oficina, a socialização dos produtos desenvolvidos e organização das cartografias elaboradas em um caderno-síntese a ser disponibilizado online.

A oficina conterá quatro módulos - introdução a metodologia (60min), capacitação (50min), atividade prática (120min) e discussão (30min). Sugere-se que a oficina seja limitada a 30 participantes, sendo a parte prática desenvolvida em grupos de até três pessoas.

Necessário: Cada participante deverá ter uma conta do Gmail (para elaboração de cadastro API) e trazer notebook com dotado do navegador Google Chrome, softwares QGIS e Photoshop e possibilidade de conexão com rede wifi. *

 

Número De Participantes: máximo 25.

LOCAL: Sala AU + E (Casinha, FAUFBA) | Faculdade de Arquitetura da UFBA, Rua Caetano Moura, 121, Federação.

OFICINAS

04.06 TERÇA

8H - 12H30

 

INSCRIÇÕES

OFICINAS

ATÉ 31.05